PacienteHomem, 52 anosComorbidades: hipertensão arterial sistêmica há 8 anos, resistente verdadeira (não controlada com três classes em dose otimizada, incluindo diurético, com adesão confirmada e MAPA de 24 h confirmando a resistência), hipocalemia persistente, já documentada 3 anos antes do início de qualquer diurético, dislipidemia em uso de estatina, sobrepeso (IMC 27 kg/m², peso estável) · Em uso de: losartana 100 mg/dia, anlodipino 10 mg/dia, clortalidona 25 mg/dia, cloreto de potássio oral, iniciado há 2 meses, sem normalização do potássio, atorvastatina 20 mg/dia · Fatores de risco: hipertensão resistente verdadeira confirmada por MAPA — critério clássico de rastreio de hipertensão secundária, hipocalemia não atribuível ao diurético (documentada antes dele), 8 anos de hipertensão mal controlada, com risco cumulativo de lesão de órgão-alvoContexto: Motorista de aplicativo, casado, mora com a esposa. Toma as medicações na frente dela todas as manhãs; a contagem de comprimidos na farmácia do serviço bate com a prescrição. Queixa-se de cãibras nas panturrilhas há meses, que atribuía ao tempo sentado no carro.
Cenárioambulatório · consulta de retorno ambulatorialRecursos disponíveis: ambulatório de cardiologia com MAPA de 24 horas já realizada, laboratório com aldosterona plasmática e renina por concentração direta, reposição oral de potássio e anti-hipertensivos de todas as classes na farmácia do serviço, tomografia computadorizada de abdome com protocolo de adrenais, cateterismo de veias adrenais disponível por encaminhamento a serviço de referência (fila de 6 a 10 semanas), cirurgia endocrinológica de referência para adrenalectomia videolaparoscópica
ComplexidadeGravidade 3/5Urgência 2/5Diagnóstico 4/5Ambiguidade 3/5
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Simulação em múltiplas etapas, com painel de sinais vitais vivo reagindo a cada decisão sua.
4 decisões~4–8 min (estimativa aproximada)
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